segunda-feira, 17 de outubro de 2011

                        A Sociedade, seus direitos e influências históricas:
                                              Ratificação da cidadania
                                                                  
                                                                                    Donizete Marques do Rosário *
RESUMO
Este artigo tem como objetivo expor os fundamentos inerentes do comportamento de uma sociedade, bem como a forma do seu desenvolvimento. O modo como a sociedade pode ser observada está condicionado às formas como são interpretados seus avanços, isso implica em obtermos análises consistentes de suas fases de transformações. Os movimentos sociais estão ligados por contextos históricos; seus avanços são provenientes da intensidade e repercussão que tais movimentos foram capazes de produzir em seu desenrolar. A síntese desse trabalho é elaborar um entendimento sobre os movimentos sociais, a participação popular e os resultados efetivos pelas lutas, nas conquistas dos direitos sociais. Palavras chaves: Sociedade. Direito. Cidadania.

INTRODUÇÃO
              A sociedade contemporânea tem suas raízes em movimentos e ações populares que marcaram épocas na história da humanidade. Várias razões estão interligadas, a movimentação dos povos em busca de novos horizontes, seus deslocamentos, o confronto de culturas, objetivos em ampliar suas riquezas, bem como as forças políticas desse meio instável e divergente; isso constitui fatores importantíssimos no entendimento dos direitos do cidadão contemporâneo.

ANÁLISES HISTÓRICAS
  É no século XVIII que se dá início ao sistema Capitalista e à Revolução Industrial, período de mudanças no processo de produção e comercialização de produtos provenientes da força do trabalho assalariado, esse período torna-se um momento de suplantação dos direitos sociais.
Marx destaca a diferença fundamental entre a emancipação política (liberdade política) - objetivo da revolução burguesa e a emancipação humana (liberdade plena) – que só pode se efetivar mediante a ruptura da ordem capitalista.
No sistema capitalista o trabalhador vive como alienado, o poder econômico o condiciona a viver desse modo, porém, nesse período ocorrem também as organizações de classes operárias, que por sua vez, de forma lenta, mas constante, adquiriram a estabilidade e tornaram-se “movimentos de independência”.
Esses movimentos de independência criaram o que Marx classifica de “Formação de Consciência” essa perspectiva, elaborou processos de mudanças, o que efetivou o rompimento com as pressões capitalistas e ainda teceu novas formas de sociedade; norteando e efetivando grandes avanços nas relações dos direitos de igualdade política e social.

CONCLUSÃO
            Os fundamentos pertinentes à formação de uma sociedade, não obstante, determina seu desenvolvimento pautado na Justiça Social. Essa talvez seja a conquista mais desejável e ratificadora da cidadania, esse desafio ainda permanece sob a tutela dos representantes de classes sociais que de forma independente tenta por alto custo, enfrentar o Estado e promover a implantação de políticas que atenda as reais necessidades da sociedade contemporânea.
           A característica de um Estado justo, possivelmente não se dá, por intermédio de seus investimentos, mas, invariavelmente pela organização e ação de seu povo, que conhece e vivencia as adversidades de suas rotinas de trabalho, família e interação com a sociedade.


Referência bibliográfica

Movimentos Sociais e Participação Popular: Luta pelas Conquistas dos Direitos sociais. MIRANDA, Camila Maximiano; CASTILHO, Neuza Aparecida Novaes; CARDOSO, Vanessa Cristina Carvalho. 

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